Quantas Pessoas entraram

Quem sou eu

Minha foto
BACHAREL EM TEOLOGIA, HISTORIADOR, PÓS GRADUADO EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO, E DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR, FILOSOFIA, SOCIOLOGIA & PSICANÁLISE CLÍNICA, PROFESSOR, DA FACULDADE IGUAÇUANA DE TEOLOGIA (FAIT), DO INSTITUTO BÍBLICO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS (IBADERJ) DO INSTITUTO BÍBLICO EBENÉZER (IBE) DO SEMINÁRIO BOA ESPERANÇA (SEBE) DA FACULDADE DE TEOLOGIA UNIVERSAL (FATUN) E TAMBÉM DA FACULDADE APLICADA DE TEOLOGIA E FILOSOFIA (FATEF), DIRETOR DE PÓLOS DO INSTITUTO HUMANIZA - RJ - COORDENADOR DA FASTF - FACULDADE SARANDO A TERRA FERIDA

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Vencendo Situações Difíceis Parte 2



Textos base: Marcos 4.35-37 - Mateus 14.22-25

As duas passagens bíblicas não são relatos diferentes sobre um mesmo episódio. Essas tempestades ocorreram em momentos distintos. Contudo, em ambas vemos elementos comuns: a força do vento encapelou o mar, amedrontou os discípulos, impediu momentaneamente que eles chegassem ao seu destino e quase os levou a naufragar.
Segundo o texto em Marcos 4, os discípulos de Jesus estavam enfrentando um grande temporal de vento, um vento muito forte no mar da Galiléia, de modo que subiam as ondas por cima do barco, de maneira que já se enchia de água. E, de acordo com Mateus 14, o barco deles fortemente açoitado pelas ondas, por que o vento era contrário.
De modo semelhante, quando o nosso problema é uma tempestade, nosso barco, que simboliza nossa estrutura, é sacudido pelo vento e pelas ondas bravias. Isso nos faz sentir angústia e medo ante a possibilidade de perecermos, uma vez que estamos diante de algo cuja a força é muito superior a nossa.
Em uma verdadeira tempestade, algo poderoso, representado pelo vento contrário surge de repente, com fúria, e transtorna o ambiente em que estamos; representado pelo mar, de modo que nossas emoções, nossa mente e até nosso corpo ficam fragilizados pela situação.
A imagem do vendo sacudindo as águas e estas açoitando o barco, invadindo-o e podendo levá-lo a pique alude a ideia de que a pessoa no barco está à mercê de coisas incontroláveis e furiosas que se abatem sobre ela, podendo a qualquer momento perecer. Isto porque os elementos da tempestade – o vento forte e o mar encapelado – tem um caráter devastador. Assim. É comum a pessoa que se encontra numa tempestade se apavorar. Mas ela não deve, em hipótese alguma, entregar os pontos antes de receber o socorro divino.
Devemos manter a calma e redobrar os esforços, os discípulos de Jesus sentiram medo, mas não se deixaram vencer pela tempestade. Eles fizeram a parte que lhes cabia.
Na primeira tempestade, clamaram pela ajuda de Jesus; e remaram muito, para que o barco não naufragasse.
Na segunda tempestade, relatada em Mateus 14, os discípulos haviam zarpado há mais de nove horas. Estavam no meio do mar quando a tempestade os apanhou. Isso significa que, se voltassem atrás, percorreriam a mesma distância para chegar para chegar ao seu destino. Então, resolveram seguir em frente. Eles remaram muito, mas, ainda assim, não conseguiram chegar à praia.
Sabe o que aprendemos com isso? Que durante uma tempestade que sobrevém sobre a nossa vida, devemos controlar o medo, para que nosso potencial não seja inibido e não venhamos perecer.
Em meio à fúria daquilo que ameaça tragar-nos, devemos aumentar a chama da fé e esforçar-nos ainda mais para alcançar nosso objetivo, certos de que o Senhor está vendo a nossa luta e que Ele chegará no momento certo para nos dar a vitória de que precisamos.
Na verdade Jesus na embarcação da nossa vida não significa que as tempestades eventualmente não nos açoitará, mas sim, que jamais naufragaremos!                    

domingo, 18 de novembro de 2012

Vencendo Situações difíceis Parte 1



              Naquele dia, sendo já tarde, disse-lhes Jesus: Passemos para a outra margem. E eles, despedindo a multidão, o levaram assim como estava, no barco; e outros barcos o seguiam. Ora, levantou-se grande temporal de vento, e as ondas se arremessavam contra o barco, de modo que o mesmo já estava a encher-se de água. (Marcos 4.35-37)

Logo a seguir, compeliu Jesus os discípulos a embarcar e passar adiante dele para o outro lado, enquanto ele despedia as multidões. E, despedidas as multidões, subiu ao monte, a fim de orar sozinho. Em caindo a tarde, lá estava ele, só. Entretanto, o barco já estava longe, a muitos estádios da terra, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário. Na quarta vigília da noite, foi Jesus ter com eles, andando por sobre o mar. (Mateus 14.22-25)

O que é uma tempestade para você? Você já enfrentou alguma situação tão difícil que se viu como um marujo num mar agitado?
Viver uma adversidade é de certa maneira algo muito parecido com enfrentar uma tempestade em alto-mar. Sentimos que estamos à deriva, à mercê de forças muito superiores que às nossas, desestabilizados e vulneráveis, e que, mesmo assim, ainda teremos de ter atitudes eficazes para garantir nossa sobrevivência àquela situação imprevisível e fora do nosso controle.
Então, a primeira coisa a fazer antes de estabelecermos um plano de ação diante de uma tempestade é sabermos se realmente se trata de uma tempestade ou se é um problema corriqueiro da vida, em relação ao qual estamos fazendo “tempestade em um copo d´água”.
Como saber a diferença? Não é fácil saber se a situação em que nos encontramos é mesmo uma tempestade ou se estamos simplesmente exagerando. Muitas vezes, supervalorizamos determinadas situações, porque temos uma visão distorcida dela, e acabamos achando que uma ventania seguida de uma chuva forte, mas passageira, é uma tempestade, quando, na verdade, não é. Por isso, precisamos avaliar o tipo de problema que estamos enfrentando e identificar se é uma tempestade ou apenas mais uma dificuldade de dia a dia.
As tempestades são situações dificílimas, graves, são eventos realmente incomuns. Acredito que o principal indicativo de que a adversidade vivenciada por nós seja, de fato, uma tempestade é a nossa pequenez diante dela, algo que não foi causado por nós e cuja intensidade e duração dos efeitos não tenhamos controle algum.
Enfatizo isso porque há casos em que, por estarmos fragilizados, não percebemos que temos como resolver o problema com uma atitude simples. Assim nada fazemos e ficamos reféns da situação, permitindo que ela se agrave e transforme-se em uma tempestade devastadora.
Nas próximas lições com base nos textos de Marcos 4 e Mateus 14, vamos ressaltar o que caracteriza uma tempestade para depois analisar que atitudes dos discípulos de Jesus os ajudaram a vencer as adversidades e a sair ilesos dessas situações difíceis. Lembre-se do que o Senhor Jesus ensinou: “Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”. (João 16.33)       

Ministração deste domingo

 
Hoje ainda da tempo 18:00 h.