Quantas Pessoas entraram

Quem sou eu

Minha foto
BACHAREL EM TEOLOGIA, HISTORIADOR, PÓS GRADUADO EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO, E DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR, FILOSOFIA, SOCIOLOGIA & PSICANÁLISE CLÍNICA, PROFESSOR, DA FACULDADE IGUAÇUANA DE TEOLOGIA (FAIT), DO INSTITUTO BÍBLICO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS (IBADERJ) DO INSTITUTO BÍBLICO EBENÉZER (IBE) DO SEMINÁRIO BOA ESPERANÇA (SEBE) DA FACULDADE DE TEOLOGIA UNIVERSAL (FATUN) E TAMBÉM DA FACULDADE APLICADA DE TEOLOGIA E FILOSOFIA (FATEF), DIRETOR DE PÓLOS DO INSTITUTO HUMANIZA - RJ - COORDENADOR DA FASTF - FACULDADE SARANDO A TERRA FERIDA

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

RELACIONAMENTOS

Miqueias 7.6,7 Porque o filho despreza o pai, a filha se levanta contra sua mãe, a nora, contra sua sogra, os inimigos do homem são os da sua própria casa. 7 Eu, porém, esperarei no SENHOR; esperei no Deus da minha salvação; o meu Deus me ouvirá.
O grande problema do ser humano não é dinheiro, e sim relacionamentos.
Nós quando éramos crianças não aprendemos a nos relacionar
Cada família tem um histórico, cada pessoa tem uma história que vem norteando sua vida por completo durante décadas e décadas
Esse é o motivo de tanto egoísmo, indiferenças, egocentrismo, mentira, engano...
As vezes pensamos que o inimigo está lá fora, longe, distante de nós... Mas muitas vezes somos surpreendidos com o inimigo que está dentro de casa.
Qual o motivo de estarmos colhendo tantas coisas desse gênero?
II Timóteo 3.1-5 Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; 2  porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, 3  sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, 4  traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, 5  tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.
1° Motivo è Estamos vivendo os últimos dias
2º Motivo è O pecado, é o pecado que faz o homem ser...
Sinceramente pra que estar na igreja desse jeito (aparência de piedade)
I Samuel 16.1-13 Então, disse o SENHOR a Samuel: Até quando terás dó de Saul, havendo-o eu rejeitado, para que não reine sobre Israel? Enche o teu vaso de azeite e vem; enviar-te-ei a Jessé, o belemita; porque dentre os seus filhos me tenho provido de um rei. 2  Porém disse Samuel: Como irei eu? Pois, ouvindo-o Saul, me matará. Então, disse o SENHOR: Toma uma bezerra das vacas em tuas mãos e dize: Vim para sacrificar ao SENHOR. 3  E convidarás Jessé ao sacrifício; e eu te farei saber o que hás de fazer, e ungir-me-ás a quem eu te disser. 4  Fez, pois, Samuel o que dissera o SENHOR e veio a Belém. Então, os anciãos da cidade saíram ao encontro, tremendo, e disseram: De paz é a tua vinda? 5  E disse ele: É de paz; vim sacrificar ao SENHOR. Santificai-vos e vinde comigo ao sacrifício. E santificou ele a Jessé e os seus filhos e os convidou ao sacrifício. 6 ¶ E sucedeu que, entrando eles, viu a Eliabe e disse: Certamente, está perante o SENHOR o seu ungido. 7  Porém o SENHOR disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a altura da sua estatura, porque o tenho rejeitado; porque o SENHOR não vê como vê o homem. Pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o SENHOR olha para o coração. 8  Então, chamou Jessé a Abinadabe e o fez passar diante de Samuel, o qual disse: Nem a este tem escolhido o SENHOR. 9  Então, Jessé fez passar a Samá, porém disse: Tampouco a este tem escolhido o SENHOR. 10  Assim, fez passar Jessé os seus sete filhos diante de Samuel; porém Samuel disse a Jessé: O SENHOR não tem escolhido estes. 11  Disse mais Samuel a Jessé: Acabaram-se os jovens? E disse: Ainda falta o menor, e eis que apascenta as ovelhas. Disse, pois, Samuel a Jessé: Envia e manda-o chamar, porquanto não nos assentaremos em roda da mesa até que ele venha aqui. 12  Então, mandou em busca dele e o trouxe (e era ruivo, e formoso de semblante, e de boa presença). E disse o SENHOR: Levanta-te e unge-o, porque este mesmo é. 13  Então, Samuel tomou o vaso do azeite e ungiu-o no meio dos seus irmãos; e, desde aquele dia em diante, o Espírito do SENHOR se apoderou de Davi. Então, Samuel se levantou e se tornou a Ramá.
Por que Davi foi o escolhido de Deus?
Porque Deus não vê como homem vê (aparência, status, força, inteligência)
Deus vê o coração, e Davi era um homem segundo coração de Deus
Naquela casa não havia muita harmonia, eles não eram um padrão de família, mas existia ali um escolhido de Deus.
Alguém que se relacionava com Deus em todo tempo (confiava / dependia)
1 Coríntios 1:27  Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes.
De fato Deus não é Deus dos maiores, ele é Deus dos menores.
Não é Deus dos mais fortes, e sim dos mais fracos
Não é Deus dos exaltados (aqueles que estão em evidencia/ são favorecidos) É Deus dos humilhados (do menor da casa)
Não é Deus da maioria, é Deus de uma minoria, Deus do que sobrou.
Mateus 14. 28  E respondeu-lhe Pedro e disse: Senhor, se és tu, manda-me ir ter contigo por cima das águas. 29  E ele disse: Vem. E Pedro, descendo do barco, andou sobre as águas para ir ter com Jesus. 30  Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me.
Pedro afundou pois colocou seus olhos nas circunstancias
Andar sobre as águas é algo sobrenatural, mas nem todo mundo crê e vive o sobrenatural
Vivemos o sobrenatural quando olhamos para Jesus (visão)
Conclusão: II Coríntios 3.18  Mas todos nós, com cara descoberta, refletindo, como um espelho, a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória, na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.
O que isso significa?
Que somos transformados de tempos em tempos
“Tire seus olhos da esperança dos homens”
Quem é a sua influência, que é a sua regência? Deus ou os homens?
Aos olhos do mundo você pode não ser nada, mas para Deus você é o que sobrou, a cepa da árvore, aquele que não se corrompeu/ contaminou


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Vencendo Situações Difíceis Parte 2



Textos base: Marcos 4.35-37 - Mateus 14.22-25

As duas passagens bíblicas não são relatos diferentes sobre um mesmo episódio. Essas tempestades ocorreram em momentos distintos. Contudo, em ambas vemos elementos comuns: a força do vento encapelou o mar, amedrontou os discípulos, impediu momentaneamente que eles chegassem ao seu destino e quase os levou a naufragar.
Segundo o texto em Marcos 4, os discípulos de Jesus estavam enfrentando um grande temporal de vento, um vento muito forte no mar da Galiléia, de modo que subiam as ondas por cima do barco, de maneira que já se enchia de água. E, de acordo com Mateus 14, o barco deles fortemente açoitado pelas ondas, por que o vento era contrário.
De modo semelhante, quando o nosso problema é uma tempestade, nosso barco, que simboliza nossa estrutura, é sacudido pelo vento e pelas ondas bravias. Isso nos faz sentir angústia e medo ante a possibilidade de perecermos, uma vez que estamos diante de algo cuja a força é muito superior a nossa.
Em uma verdadeira tempestade, algo poderoso, representado pelo vento contrário surge de repente, com fúria, e transtorna o ambiente em que estamos; representado pelo mar, de modo que nossas emoções, nossa mente e até nosso corpo ficam fragilizados pela situação.
A imagem do vendo sacudindo as águas e estas açoitando o barco, invadindo-o e podendo levá-lo a pique alude a ideia de que a pessoa no barco está à mercê de coisas incontroláveis e furiosas que se abatem sobre ela, podendo a qualquer momento perecer. Isto porque os elementos da tempestade – o vento forte e o mar encapelado – tem um caráter devastador. Assim. É comum a pessoa que se encontra numa tempestade se apavorar. Mas ela não deve, em hipótese alguma, entregar os pontos antes de receber o socorro divino.
Devemos manter a calma e redobrar os esforços, os discípulos de Jesus sentiram medo, mas não se deixaram vencer pela tempestade. Eles fizeram a parte que lhes cabia.
Na primeira tempestade, clamaram pela ajuda de Jesus; e remaram muito, para que o barco não naufragasse.
Na segunda tempestade, relatada em Mateus 14, os discípulos haviam zarpado há mais de nove horas. Estavam no meio do mar quando a tempestade os apanhou. Isso significa que, se voltassem atrás, percorreriam a mesma distância para chegar para chegar ao seu destino. Então, resolveram seguir em frente. Eles remaram muito, mas, ainda assim, não conseguiram chegar à praia.
Sabe o que aprendemos com isso? Que durante uma tempestade que sobrevém sobre a nossa vida, devemos controlar o medo, para que nosso potencial não seja inibido e não venhamos perecer.
Em meio à fúria daquilo que ameaça tragar-nos, devemos aumentar a chama da fé e esforçar-nos ainda mais para alcançar nosso objetivo, certos de que o Senhor está vendo a nossa luta e que Ele chegará no momento certo para nos dar a vitória de que precisamos.
Na verdade Jesus na embarcação da nossa vida não significa que as tempestades eventualmente não nos açoitará, mas sim, que jamais naufragaremos!                    

domingo, 18 de novembro de 2012

Vencendo Situações difíceis Parte 1



              Naquele dia, sendo já tarde, disse-lhes Jesus: Passemos para a outra margem. E eles, despedindo a multidão, o levaram assim como estava, no barco; e outros barcos o seguiam. Ora, levantou-se grande temporal de vento, e as ondas se arremessavam contra o barco, de modo que o mesmo já estava a encher-se de água. (Marcos 4.35-37)

Logo a seguir, compeliu Jesus os discípulos a embarcar e passar adiante dele para o outro lado, enquanto ele despedia as multidões. E, despedidas as multidões, subiu ao monte, a fim de orar sozinho. Em caindo a tarde, lá estava ele, só. Entretanto, o barco já estava longe, a muitos estádios da terra, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário. Na quarta vigília da noite, foi Jesus ter com eles, andando por sobre o mar. (Mateus 14.22-25)

O que é uma tempestade para você? Você já enfrentou alguma situação tão difícil que se viu como um marujo num mar agitado?
Viver uma adversidade é de certa maneira algo muito parecido com enfrentar uma tempestade em alto-mar. Sentimos que estamos à deriva, à mercê de forças muito superiores que às nossas, desestabilizados e vulneráveis, e que, mesmo assim, ainda teremos de ter atitudes eficazes para garantir nossa sobrevivência àquela situação imprevisível e fora do nosso controle.
Então, a primeira coisa a fazer antes de estabelecermos um plano de ação diante de uma tempestade é sabermos se realmente se trata de uma tempestade ou se é um problema corriqueiro da vida, em relação ao qual estamos fazendo “tempestade em um copo d´água”.
Como saber a diferença? Não é fácil saber se a situação em que nos encontramos é mesmo uma tempestade ou se estamos simplesmente exagerando. Muitas vezes, supervalorizamos determinadas situações, porque temos uma visão distorcida dela, e acabamos achando que uma ventania seguida de uma chuva forte, mas passageira, é uma tempestade, quando, na verdade, não é. Por isso, precisamos avaliar o tipo de problema que estamos enfrentando e identificar se é uma tempestade ou apenas mais uma dificuldade de dia a dia.
As tempestades são situações dificílimas, graves, são eventos realmente incomuns. Acredito que o principal indicativo de que a adversidade vivenciada por nós seja, de fato, uma tempestade é a nossa pequenez diante dela, algo que não foi causado por nós e cuja intensidade e duração dos efeitos não tenhamos controle algum.
Enfatizo isso porque há casos em que, por estarmos fragilizados, não percebemos que temos como resolver o problema com uma atitude simples. Assim nada fazemos e ficamos reféns da situação, permitindo que ela se agrave e transforme-se em uma tempestade devastadora.
Nas próximas lições com base nos textos de Marcos 4 e Mateus 14, vamos ressaltar o que caracteriza uma tempestade para depois analisar que atitudes dos discípulos de Jesus os ajudaram a vencer as adversidades e a sair ilesos dessas situações difíceis. Lembre-se do que o Senhor Jesus ensinou: “Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”. (João 16.33)       

Ministração deste domingo

 
Hoje ainda da tempo 18:00 h.

domingo, 27 de março de 2011

Quando o amor de Deus se esfria na vida das pessoas?

Texto Base: Mateus 24.12 / II Timóteo 3.1,2

INIQÜIDADE = Pecado que consiste em não reconhecer igualmente o direito de cada um, em não ser correto, em ser perverso.

Amantes de si mesmos = Egoísta Profanos = irreverentes  
Presunçosos = Vaidosos, querer se gabar. Blasfemos = Xingadores
I)                  Quando nos afastamos da Graça (Hebreus 12.14,15)             Graça = favor de Deus, aprovação de Deus, soma das bênçãos que uma pessoa recebe sem merecer.

II)               Quando não obedecemos os mandamentos (João 14.23,24)

III)            Quando não perdoamos (Mateus 18.21,22)                           Amar quem só te critica / Perdoar quem te destratou /            Quem falou mal de você / Muita gente dentro da igreja tem problemas de nervos (emocionais) porque não liberam perdão. 

IV)           Quando não cuidamos das almas (Salmos 142.4)

V)              Quando não confessamos os pecados cometidos (Salmos 32.3,5)

VI)           Quando recuamos na fé (Hebreus 10.38) voltar atrás, ceder terreno, tentar fugir do compromisso assumido, ter idéias contrárias, desistir, colocar-se aquém da posição atual.

VII)         Quando não há reconciliação (II Coríntios 5.18) Reatar uma amizade. Deus nos deu esse ministério e não o da confusão. Aceite o outro como ele é.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Apostasia

Texto Base: II Tessalonicenses 2.1-3
·       Apostasia: Ato de desviar-se ou afastar-se do relacionamento com Deus, mistura da verdade com a mentira

I Timóteo 6.21
·       Desviar-se da fé que conduz o ser humano ao Deus verdadeiro
Deuteronômio 32.15,18
·       Premeditar, abandonar o único Deus criador
Oséias 8.11
·       Mudar os objetivos de servir ao Senhor para ser escravo do pecado.
Apocalipse 3.20 / João 5.24
·       Negação e abandono da fé, rejeição a Jesus

COMO VENCER O ESPIRITO DA APOSTASIA




1 – TENDO O DISCERNIMENTO DA ALIANÇA - João 10.1-5  
Uma árvore é conhecida pelos seus frutos.
Uma ovelha conhece a voz do seu verdadeiro pastor, que tem os seus frutos demonstrados em uma caminhada de cuidados com as suas ovelhas.
Temos uma aliança com uma visão, os frutos são provenientes de sentimentos verdadeiros de amor pelas vidas.

2 – ATRAVÉS DA FORMAÇÃO - MAtEUS 22.29
Não podemos ser milagreiros, que só buscam a Deus por interesses.
O verdadeiro mover do Espírito supre todas as áreas da vida do ser humano.
Cura o corpo e a alma, forma, e envia para multiplicar.

3 – GUARDANDO O CORAÇÃO - PROvÉrbios 4.23
Dúvidas não provêm de Deus.
Não quebre uma aliança por não entender o momento em que está vivendo. Guarde o coração, e cuidado com os sentimentos.
O diabo é um espírito oportunista que trabalha com o engano.
Passar por uma luta não significa que Deus nos abandonou.
Os falsos profetas se aproveitam dos nossos momentos de fraquezas para contaminar os sentimentos e induzir ao erro.
Não saia da sua posição mantenha o coração limpo e puro. Salmos 24.3-4

Filadélfia a Igreja das Portas Abertas

Texto Base: Apocalipse 3.7-13

·         Esta é a única carta que não existe nenhuma advertência, censura ou reprovação das atividades desta igreja
·         Chave = autoridade (Apocalipse 1.18)

·         Filadélfia = amor fraternal (João 13.35)

·         Filadélfia é um exemplo para todas as igrejas em todas as eras (Colossenses 1.4-6)

·         Uma igreja fiel é amada por Deus (Efésios 5.25-27)

·         Ela tem a porta aberta para todas as atividades, boas oportunidades  (II Coríntios 2.12)

·         Tendo pouca força = igreja pequena, seus membros da classe mais pobre, sem força política ou econômica.

·         Não negaste meu  nome = evidente que eles passaram por um tempo de provação, mas permaneceram firmes.

·         Palavra da minha paciência = resistência, Perseverança.

·         Venho sem demora = Deus não se atrasa 

·         Guarda o que tens = esforço continuo, responsabilidade

·         Ao que vencer = Nikao procede do substantivo grego Nike e significa vitória, conquista            (o conceito do tênis da Nike é para quem vence)

·         Coluna no templo = (I Pedro 2.5) a coluna dá estabilidade à construção que se apóia sobre ela.

·         Dele nunca sairá = Quem é coluna agüenta firme o período de provação.

·         O vencedor recebe três nomes:

1° O nome do meu Deus = significando sua posse

O nome da cidade do meu Deus = nossa nova cidadania na cidade celestial

O meu novo nome = gloria mais completa de Cristo em nossa pessoa e caráter